Centro Infantil em Lichinga Ganha Novo Espaço

 

 

Chuiuala, Lichinga, Niassa | MOÇAMBIQUE

O espaço infantil em Chuiuala, que havia sido destruído pelas enchentes e derrubado completamente, foi reconstruído pela graça de Deus e pelo esforço conjunto da comunidade local.

Além da reconstrução da estrutura física, o ambiente agora recebe novas cadeiras, substituindo os antigos bancos improvisados de madeira rústica, proporcionando mais dignidade, organização e conforto às crianças.

Este avanço representa mais do que melhoria estrutural — simboliza continuidade da missão, perseverança após a adversidade e investimento nas futuras gerações.

Que Deus continue abençoando o trabalho do Pastor Alves Faustino Macuelo e de sua esposa Ancha José, que permanecem firmes, dedicados e comprometidos com esta importante obra no norte de Moçambique.

📌 Seguimos avançando.

📌 Seguimos reconstruindo.

📌 Seguimos formando vidas.

AGRADECEMOS-LHE  POR FAZER PARTE DA RETAGUARDA DE APOIO PARA ESTA OBRA!

 

Mocimboa da Praia – Espaço de Cultos Destruído pelas Chuvas

ENTREVISTA | INFOR MISSÕES


🌧️ Mocimboa da Praia – Espaço de Cultos Destruído pelas Chuvas



Mocimboa da Praia, Cabo Delgado – Moçambique


O espaço onde são realizados os cultos em Mocímboa da Praia, na província de Cabo Delgado, foi destruído pelas fortes chuvas que têm atingido a região nos últimos dias.


A estrutura simples que abrigava os irmãos não resistiu ao volume intenso de água e aos ventos, comprometendo completamente o local de reunião da igreja.



🙏 Motivos de Oração



  1. Reconstrução urgente – Que o Senhor conceda os recursos necessários para erguer um novo espaço, maior, mais estruturado e resistente.
  2. Saúde do Pastor José John – Recentemente afetado em sua saúde, necessita de fortalecimento físico e espiritual.
  3. Força para sua esposa – Que permanece firme, atendendo os desafios da obra tanto em Mocímboa da Praia quanto em Mieze.
  4. Batismo iminente – Mesmo em meio às lutas, mais um batismo de novos convertidos acontecerá nos próximos dias. A obra não para.


Uma realidade espiritual

Embora as chuvas tenham derrubado a estrutura física, a igreja permanece viva. A fé dos irmãos continua firme, e o crescimento espiritual segue avançando.


Que Deus transforme este momento de adversidade em oportunidade de expansão — não apenas para reconstruir, mas para ampliar.


https://www.semipan.com/contribuir/





THE HOOK BEFORE THE FISH

A Sustainable Strategy to Transform Generations

Investing in the evangelization of children is investing in the future of an entire nation.
It means strengthening the main supporting beam of society before the structure begins to weaken.

In Chiaula, Lichinga, Niassa Province – Mozambique, we are expanding the space where children receive education and social assistance. Taking advantage of a nearby stream with abundant sand deposits, we launched a strategic initiative:

📌 Local Production of Concrete Blocks
 • Manufacturing blocks using materials available on the property.
 • Part of the production will be used to build:
 • Restrooms
 • Dining facilities
 • Dormitories
 • The remaining blocks will be sold to generate income for purchasing materials that cannot be produced locally.

This model promotes self-sustainability, reduces structural costs, and creates immediate economic impact.

The same strategy will be implemented in Mieze, near Pemba, in Cabo Delgado Province, where the church building we constructed was destroyed by a devastating cyclone — which also damaged the homes of our brothers and sisters.

Beyond physical reconstruction, the project:
 • Creates employment for local workers
 • Generates dignified income
 • Strengthens the local community economy
 • Establishes a sustainable foundation for long-term mission work


It is not about giving the fish — it is about providing the hook.

There is a saying that the only place where success comes before work is in the dictionary — because of alphabetical order.

In real life, whether in professional endeavors or missionary ministry, success depends on consistent effort, strategic planning, and long-term vision.

Through All Nations Church Ministries – Worldwide Missions, headquartered in Saltville, Virginia, USA, we are committed to ensuring that global evangelization is supported by a strong spiritual, structural, and economic foundation.

Evangelizing children today means preparing leaders for tomorrow.
Producing blocks today means building permanent structures for tomorrow.
Creating jobs today means strengthening dignity for tomorrow.

We sincerely thank all who are joining and committing themselves to this purpose.

We move forward — with work, vision, and faith.

—- 

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O ANZOL ANTES DO PEIXE

Uma estratégia sustentável para transformar gerações

 

Investir na evangelização de crianças é investir no futuro de uma nação inteira.

É alcançar a viga mestra da sociedade antes que as estruturas se deteriorem.

 

Em Chiaula, Lichinga, Província de Niassa – Moçambique, estamos ampliando o espaço onde crianças recebem educação e assistência social. Aproveitando a passagem de um córrego onde há abundância de areia, iniciamos um projeto estratégico:

 

Produção Local de Blocos de Cimento

 

  • Fabricação de blocos utilizando recursos disponíveis no próprio terreno.
  • Parte da produção será utilizada na construção de:
    • Banheiros
    • Refeitórios
    • Alojamentos
  • Outra parte será comercializada para gerar recursos destinados à compra de materiais que não podem ser produzidos localmente.

 

Esse modelo cria autossustentabilidade, reduz custos estruturais e gera impacto econômico imediato.

 

O mesmo planejamento será aplicado em Mieze, próximo a Pemba, na Província de Cabo Delgado, onde o templo que construímos foi destruído por um ciclone devastador — que também atingiu as casas de nossos irmãos.

 

Além da reconstrução física, o projeto:

 

  • Gera emprego para profissionais locais
  • Cria renda digna
  • Fortalece a economia comunitária
  • Consolida uma base sustentável para o trabalho missionário

 

Não é dar o peixe — é fornecer o anzol.

Há um ditado que afirma que o único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário — por causa da ordem alfabética.

Na vida real, tanto na esfera profissional quanto no ministério missionário, o sucesso depende de trabalho consistente, planejamento estratégico e visão de longo prazo.

 

Por meio do Ministério Igreja Para Todas as Nações, com sede operacional em Saltville, Virgínia, EUA, trabalhamos para que a evangelização mundial seja sustentada por uma retaguarda sólida — espiritual, estrutural e econômica.

 

Evangelizar crianças hoje é preparar líderes amanhã.

Construir blocos hoje é levantar estruturas permanentes amanhã.

Gerar trabalho hoje é fortalecer a dignidade amanhã.

 

Agradecemos a todos que estão se integrando e se comprometendo com este propósito.

 

Seguimos firmes — com trabalho, visão e fé.

 

O Pastor Calby Paiva é um missionário brasileiro, naturalizado americano, que vive nos Estados Unidos há trinta anos com sua família. Atua entre os imigrantes latinos e lidera importantes iniciativas missionárias e institucionais.

Em 2014, fundou o SEMIPAN – Seminário Missiológico Pan-Americano; em 2018, criou o ministério Igreja Para Todas as Nações e a Câmara Internacional de Mediação e Arbitragem (IMAC).

Ele é o nosso entrevistado de hoje no BOLETIM INFOR MISSÕES.

 

IM – Pastor Calby, agradecemos por sua disponibilidade, e para iniciar: como surgiu a sua chamada missionária para além das fronteiras?

CP – Em primeiro lugar, eu é quem agradeço por esta ótima oportunidade para divulgar o nosso ministério por este meio virtual, e desejo até a cópia para publicar no site de nossa missão. A resposta a sua pergunta é um pouco longa mais necessária. 

Costumo dizer que a minha chamada missionária veio junto com a minha própria conversão. Aos 17 anos, eu já conhecia os caminhos do Senhor desde a infância, mas durante a adolescência fiquei órfão de pai e mãe, sozinho no mundo, e me afastei da igreja.

Trabalhava desde os 14 anos como cobrador de ônibus, em Belém do Pará, na Transportadora Arsenal, com autorização do Juizado de Menores. Em um determinado dia, um assaltante entrou no ônibus, roubou a carteira de um passageiro idoso e desceu correndo pela porta traseira, no momento da entrada de outro passageiro. O senhor que foi roubado, com sotaque bem interiorano, desesperado, passou a gritar dentro do coletivo e me acusar como sendo o cúmplice daquele bandido, que nem sequer eu vi, exceto por trás em desembalada carreira. 

Mesmo eu sendo completamente inocente, de volta ao local onde o homem que foi roubado desceu, a feira do Ver-O-Peso, um guarda de trânsito acreditou no relato daquele senhor, e me conduziu à Central de Polícia de Belém. Fui recolhido a uma cela imunda, onde vivi uma das experiências mais traumáticas da minha vida.

Ali, em uma cela com 17 presos da pior periculosidade, injustamente detido, mas, preso da mesma forma que os outros, vi coisas que nunca esquecerei: homens feridos, castigados, pessoas arrastando-se pelo chão, com as mãos e os pés inchados, purulentos, de tanto apanhar dos investigadores com a palmatória, para confessar seus crimes, ali havia criminosos de toda espécie, assassinos, estupradores. Ao contar a minha história a um colega de cela, ele alertou-me, e me deixou espantado: 

“Na quarta-feira os novatos sobem para o pau das interrogações. Você vai apanhar muito, porque eles vão querer saber o nome do seu comparsa” 

Naquele momento, eu estava completamente perdido. Sem saber sequer como era o rosto do verdadeiro ladrão, me vi condenado por algo que não fiz. Eu estava trabalhando, aquele era meu local de trabalho, jamais poderia controlar o comportamento de um passageiro, em coletivo cheio deles. 

Foi então que, discretamente, me agachei em um canto da cela e fiz uma oração simples, porém sincera:

“Senhor, se realmente o Senhor existe, encontra um meio de me tirar daqui. Se isso acontecer, eu voltarei para a igreja e Te servirei em qualquer lugar, até o último dia da minha vida.”

 

Após 33 horas naquele ambiente infernal, o meu alvará de soltura chegou, e eu fui liberto de forma milagrosa. Hoje, posso dizer que sigo tentando cumprir aquela promessa. 

IM – Que testemunho impactante! E como aconteceu a sua libertação?

CP – Eu morava sozinho em um quarto alugado próximo à garagem dos ônibus da empresa onde trabalhava. Naquela época não existiam celulares, e poucas casas tinham telefone fixo, o que dificultava qualquer comunicação.

Tinha uma irmã, (ela faleceu em Outubro de 2025, aos 86 anos) professora, que morava em outro bairro de Belém. Naquele dia, ela preparou um vatapá — comida típica do Pará — e colocou em uma marmita para mim. Pediu ao filho dela, meu sobrinho, que fosse ao final da linha de ônibus para me entregar.

Quando ele chegou lá, perguntou ao fiscal da empresa por mim. Foi então que recebeu a notícia de que eu havia sido preso.

Minha irmã ao saber disso, imediatamente acionou um amigo da família, o deputado José Elias Emim, ex-prefeito de Igarapé-Açu, que prontamente enviou seu advogado à delegacia. Após conversar com o delegado, o meu alvará de soltura foi expedido imediatamente.

IM – Como Deus age por meio de pessoas para responder a um coração que clama…

CP – Exatamente. Aquela prisão foi, sem dúvida, a pior experiência da minha vida. E ter o meu sobrinho ido levar a comida para mim justamente naquele dia, em meu expediente de trabalho, não lembro disso ter acontecido, nem antes, nem depois, foi uma providência divina.  Mas, olhando hoje, posso afirmar que foi também a melhor. Foi o aperto que eu precisava para uma conversão verdadeira e um compromisso sério com Deus.

IM – Trazendo para a realidade atual: o que o senhor espera do SEMIPAN 2026?

CP – Em 2015 realizamos o SEMIPAN na Argentina e no Paraguai. Em 2016, no Brasil. Percorremos muitas cidades, do Norte ao Sul, ministrando conteúdos missionários relevantes às igrejas. Os resultados foram extraordinários.

Muitos ministérios despertaram para as missões. O próprio ministério Igreja Para Todas as Nações, que já batizou centenas de pessoas no Oceano Índico, em rios e lagos da África, é fruto direto dessa visão.

O SEMIPAN 2026 será diferente. Ele foi pensado especialmente para líderes de igrejas, convenções e ministérios envolvidos com a evangelização mundial. Antes, o SEMIPAN ia até as igrejas; agora, os líderes virão aos Estados Unidos para receber capacitação, conexões e oportunidades, retornando depois às suas comunidades como multiplicadores.

O encontro de líderes de diferentes culturas e realidades proporcionará troca de experiências, alinhamento de estratégias e fortalecimento do trabalho missionário global.

IM – Em termos práticos, qual o resultado que o senhor espera deste encontro?

CP – Espero dois resultados fundamentais para os desafios dos últimos dias:

Primeiro, que mais pessoas se disponham a ir ao campo missionário.

Segundo, que outras assumam o compromisso de sustentar, apoiar e dar retaguarda àqueles que vão.

Missões só avançam quando há quem vá e quem sustente.

IM – Como as pessoas podem se inscrever para participar do SEMIPAN 2026?

CP – Toda a organização ficará a cargo da IMAC, que precisa saber quem vem, quantos vêm e quais necessidades existem para providenciar toda a logística:

É aconselhável para quem deseja participar e bem de outros países, manifeste seu interesse o mais rápido possível, para nota ao  consulado americano para facilitar na obtenção dos vistos, depois reservas de hotel, compra de passagens, assessoria na chegada e todo o suporte necessário.

Nosso objetivo é que cada participante tenha uma experiência transformadora e inesquecível no SEMIPAN 2026. E todas as informações estão disponíveis no site: www.semipan.com 

IM - Finalizando, o senhor espera ter grande assistência? 

Não, na atual conjuntura  o assunto missões não empolga mais os crentes, líderes e liderados, infelizmente, o próprio sistema religioso moderno que prioriza e ter e despreza o ser, trabalha de forma silenciosa contra as missões. Porém, isso valorosa a qualidade daqueles que vão se interessar, para tara ter os assuntos do Reino, como ele dever ser tratado. Não queremos que evento seja nos moldes dos congressos de missões, onde muitos pregadores e cantores se apresentam para ‘entreter’ plateia, com mensagens de alto ajuda, frases de efeito, e nenhuma estratégia missionária. 

Este evento não é um entretenimento gospel, é uma reunião para decidir estratégias para conquistar os confins da terra. 

É preparação dos Ceifeiros da Ultima Hora! 

E para isso não priorizamos a quantidade, mas, a qualidade. 

Porém, se até setembro nós conseguirmos despertar uma boa quantidade de participantes, com a qualidade que desejamos, isso será maravilhoso e muito bem aceito. 

Há espaço e trabalho para todos na Ceifa.